Alerta

Autuação de motoristas por falta de exame toxicológico entra em vigor este mês

Mudanças afetam condutores das categorias C, D e E; veja as penalidades previstas

Foto: Divulgaçâo DP - Em Pelotas, 6,2 mil motoristas possuem habilitação nestas categorias

A partir do dia 28 de janeiro, passam a valer as mudanças de fiscalização e autuação de motoristas que possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das categorias C, D e E. As alterações, previstas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) dizem respeito ao exame toxicológico obrigatório para estes condutores. Em Pelotas, cerca de 6,2 mil motoristas possuem habilitação dessas categorias.

O exame toxicológico, através de coleta de amostra do condutor, pode detectar uso de substâncias proibidas em uma janela de até 90 dias anteriores à realização do teste. Uma das principais mudanças na fiscalização é que, a partir do fim do mês, haverá autuação independemente do veículo conduzido na hora da abordagem. “Anteriormente, se o condutor fosse habilitado nestas categorias estivesse com toxicológico vencido mas não estivesse conduzindo veículos destas categorias, não era autuado. Agora, mesmo não estando dirigindo categoria profissional, se tiver toxicológico vencido, caso abordado, será autuado”, resume o diretor de ensino de um Centro de Formação de Condutores (CFC), Diego Triantafillu.

Ele esclarece, ainda, que não haverá autuação automática para condutores que estiverem com o exame vencido. “Não existe uma multa automática como muitos pensavam que teria”, observa. A renovação periódica do exame já é obrigatória e, a partir de agora, se torna ainda mais importante, principalmente pela segurança no trânsito, mas também para evitar penalidades. “Para regularizar, basta o condutor, que não estiver com a CNH vencida, ir a um laboratório credenciado pelo Detran e fazer o exame. O próprio laboratório informa ao Detran”, explica Triantafillu.

As categorias C, D e E enquadram, entre outros, motoristas de caminhões, carretas, vans, ônibus e máquinas agrícolas. O diretor avalia que a fiscalização destes condutores é fundamental. “Devido aos prazos apertados e longas distâncias percorridas, alguns motoristas usam substâncias indevidas para ganhar tempo sem dormir, ficando muitas horas ao volante. O exame é uma forma de detectar e coibir”, observa.

Triantafillu acrescenta que outras medidas, ao longo dos anos, já foram facilitando e incentivando a realização do exame, considerado fundamental para trazer mais segurança ao trânsito. “Não estou generalizando a classe, mas são estatísticas e notícias que permitem que se perceba o rigor necessário. Tanto que hoje o valor do exame é bem menor do que quando se fez obrigatório a realização”,

Mais segurança

As categorias C, D e E enquadram, entre outros, motoristas de caminhões, carretas, vans, ônibus e máquinas agrícolas. O diretor avalia que a fiscalização destes condutores é fundamental. “Devido aos prazos apertados e longas distâncias percorridas, alguns motoristas usam substâncias indevidas para ganhar tempo sem dormir, ficando muitas horas ao volante. O exame é uma forma de detectar e coibir”, observa.

Triantafillu acrescenta que outras medidas, ao longo dos anos, já foram facilitando e incentivando a realização do exame, considerado fundamental para trazer mais segurança ao trânsito. “Não estou generalizando a classe, mas são estatísticas e notícias que permitem que se perceba o rigor necessário. Tanto que hoje o valor do exame é bem menor do que quando se fez obrigatório a realização”.

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