Contaminação
Escola Joaquim Assumpção tem aulas suspensas
Atividades foram interrompidas até o dia 4 de outubro após confirmação de caso de Covid
Carlos Queiroz -
Após quase um mês do retorno das atividades presenciais, em formato híbrido, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Joaquim Assumpção, no Centro de Pelotas, teve que suspender as aulas devido à identificação de um caso de Covid-19. A confirmação da infecção foi registrada na quinta-feira e, com isso, por orientação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Municipal de Educação e Desporto (Smed), seguindo o plano de contingência aprovado pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde para a Educação (COE-E), as atividades devem permanecer canceladas até o dia 4 de outubro.
Segundo a Vigilância Epidemiológica da SMS, até o momento apenas um caso positivo foi notificado e 12 pessoas são consideradas suspeitas por serem contactantes. Nem a prefeitura nem a direção da escola quis informar se a pessoa contagiada é estudante ou integrante da equipe de professores e funcionários.
De acordo com a Smed, 56 pessoas, entre professores, funcionários e alunos, estavam frequentando a escola desde o retorno. O protocolo estadual determina a testagem de todos aqueles que tiveram contato com o infectado. A chefe da Vigilância Epidemiológica, Aline Machado da Silva, informa que foram disponibilizados testes RT-PCR para todos com histórico de contato. Essa é a primeira escola municipal em Pelotas que registra um caso confirmado de coronavírus desde o retorno das aulas presenciais, no dia 25 de agosto. A instituição atende alunos desde o Ensino Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Na sexta-feira foi realizada a higienização do local, providenciada pela Smed. No início da próxima semana, a Vigilância Sanitária e o COE-E deverão fazer nova visita para garantir que os protocolos previstos no plano de contingência estejam de acordo para liberar a escola. "Nessa vistoria, as equipes também oferecerão mais esclarecimentos à direção da Joaquim Assumpção, a fim de garantir o retorno seguro dos estudantes, professores e funcionários para um ambiente saudável e protegido", esclarece o chefe da Vigilância Sanitária, Sidnei Louro Jr.
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