Solidariedade

Pedido de ajuda contra o tempo

Idosa foi diagnosticada com um tumor avançado no ouvido e cirurgia não é realizada pelo SUS

Carlos Queiroz -

Tonturas e dores no ouvido já são sintomas comuns na vida de Marnei Garbin. Aos 67 anos, a pensionista foi diagnosticada com um tumor no ouvido e, para voltar a ter uma vida normal, livre dos problemas causados por ele, precisa passar por uma cirurgia de remoção que, em Pelotas, não é feita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Frente a esse obstáculo ao tratamento da mãe, os filhos passaram a organizaram uma vaquinha para arrecadar a quantia necessária para o procedimento o mais rápido possível.

E os custos não são poucos para a família. Entre exames pré-operatórios, cirurgia, anestesia e internação, precisam reunir R$ 10,6 mil. Embora os médicos tenham apontado como um tumor benigno, a preocupação é o estágio já avançado em que se encontra. Uma das filhas, Mariangela Garbin, conta que na última consulta foi constatado que a doença está comprometendo algumas partes do cérebro de Marnei, se aproximando de uma das meninges. Além disso, a audição do lado esquerdo foi completamente afetada, atingindo o labirinto. O resultado diss são tonturas constantes que não aliviam, fazendo com que ela precise passar os dias sempre próxima da cama.

Por causa dos sintomas cada vez mais severos, Marnei precisou se mudar para casa de outra filha, Viviane. Por lá, sob atenção permanente, depende da ajuda para a maioria das atividades e, entre um remédio e outro, tenta amenizar as ocorrências. “Ela tem problema neste ouvido desde criança, mas agora isso se agravou e estamos preocupados. Ela precisou vir pra cá porque não tinha mais condições de morar sozinha, mas com a cirurgia tudo vai dar certo”, diz a filha, esperançosa em conseguir os recursos em breve.

A doença e a cirurgia

O tumor é chamado de colesteatoma. Ele é constituído por uma pele, que cresce no interior do canal auditivo, atrás do tímpano, e pode ser identificado por meio de secreção, zumbido e redução da capacidade auditiva, por exemplo.

Em casos mais graves, ainda pode haver perfuração do tímpano, danos nos ossos do ouvido e no cérebro, danos nos nervos cerebrais, meningite e formação de abscessos no cérebro. O procedimento necessário para livrar-se do problema é chamado de timpanomastoidectomia. Ele é feito através de incisão atrás da orelha e, com um microscópio cirúrgico, limpeza de toda a região afetada.

Como contribuir

Quem deseja ajudar Marnei e a família a conseguirem os recursos pode contribuir com qualquer quantia através do link ou pelo Pix 53981253228.

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