Covid-19

Regionais de Saúde recebem 193,2 mil doses de CoronaVac

Pelotas recebe 7.110 doses para vacinação de idosos com 85 anos ou mais e profissionais da saúde

Carlos Queiroz -

A distribuição de 193,2 mil doses da vacina CoronaVac às Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs) começou na manhã desta segunda-feira (8). O lote, que chegou ao Rio Grande do Sul na manhã de domingo (7), será utilizado pela Secretaria da Saúde (SES) para continuar a vacinação de profissionais da saúde e iniciar a imunização de idosos acima de 85 anos.

Da Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), a SES encaminhou as doses para o Batalhão de Aviação da Brigada Militar, em Porto Alegre, de onde foram distribuídas por via área, com apoio da Secretaria da Segurança Pública (SSP). O lote para a coordenadoria de Santa Maria foi enviado por volta das 9h em um helicóptero da Polícia Civil. Às 9h30min, um avião King Air, do Estado, decolou com a carga para as regionais de Bagé, Caxias do Sul, Erechim, Palmeira das Missões, Pelotas e Santo Ângelo.

A aeronave pousou em Pelotas no início da tarde com as 15.630 doses da 3ª Coordenadoria Regional de Saúde. Destas, 7.110 vão ficar em Pelotas para vacinar trabalhadores da saúde (2.220) e idosos com 85 anos ou mais (4.890).

Um veículo partiu da Ceadi com as vacinas da coordenadoria de Porto Alegre. Na central também estão os lotes de Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Lajeado e Osório, de onde seguirão para seus destinos por via terrestre.

Em função da urgência em dar continuidade ao plano de vacinação e da preocupação com a conservação das doses, a agilidade é prioridade na distribuição dos imunizantes para o interior. Por isso, o apoio das forças de segurança vem sendo decisivo para garantir que a carga seja entregue o mais rápido possível às Coordenadorias Regionais de Saúde com total preservação. Esta quarta operação, assim como as demais, contou com a participação da Secretaria da Segurança Pública.

De acordo com o comandante do Batalhão de Aviação da BM, major Leandro Brandão dos Santos, o King Air, um bimotor turboélice, foi a escolha ideal para o transporte da maior parte da carga em função da velocidade. Por via terrestre, o trajeto levaria cerca de 15 horas. Com o avião, o percurso é feito em quatro horas, voando em uma velocidade de 500 km/h. “Como o tamanho da carga de hoje permitia, optamos pelo avião, que tem um tempo de resposta melhor até do que os helicópteros e muito mais adequado às necessidades de preservação das vacinas”, explicou.

O major, que coordenou a operação, observou ainda que há um cuidado especial com a carga durante a viagem. “A tripulação é composta por dois pilotos e um policial tripulante treinado para fazer a amarração correta e todos os procedimentos necessários para preservar a carga em qualquer situação pela qual o voo possa passar, como uma turbulência”, afirmou.

Ao chegarem ao solo, o comando regional da BM de cada uma das localidades assume a escolta das vacinas até a Coordenadoria Regional de Saúde, a fim de garantir a segurança da carga.

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