Fake
Em Canguçu, vice-prefeito e pré-candidato denuncia vídeo com uso de deepfake
Vídeo fake teria sido montado utilizando elementos reais, como o rosto e a voz da vítima, mas com conteúdo completamente falso
Foto: Divulgação - Cledemir Gonçalves, o Fininho (MDB), alega ter sido alvo de um vídeo falso
O vice-prefeito e pré-candidato a prefeito de Canguçu, Cledemir Gonçalves, o Fininho (MDB), alega ter sido alvo de um vídeo falso divulgado nas redes sociais na última terça-feira. O vídeo fake teria sido montado utilizando a chamada deepfake, que utiliza elementos reais, como o rosto e a voz da vítima, mas com conteúdo completamente falso.
No vídeo, que usa imagens reais com áudio alegadamente falso, Fininho estaria criticando outro pré-candidato e menosprezando os eleitores do interior.
Também através das redes sociais, o vice-prefeito publicou um vídeo comentando o conteúdo falso. Ele disse que registrou um boletim de ocorrência denúnciando o caso.
“Ficamos muito tristes, chateados e aborrecidos com esse processo. Quem me conhece há longo tempo dentro do nosso Município sabe o quanto a gente é sério, comprometido e honesto com as causas de Canguçu”, disse. “Vamos buscar a responsabilização de todos aqueles que estão cometendo esse crime, que estão espalhando essa fake news. É uma mentira de muito mau gosto e muito mal feita.”
Deepfake é um tipo de montagem que utiliza softwares e inteligência artificial para criar vídeos e áudios falsos. A tecnologia usa modelos baseados na aparência e na voz da pessoa real para criar o conteúdo.
No final de fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) regulamentou o uso de inteligência artificial (IA) na propaganda de partidos e candidatos nas eleições municipais de 2024. A decisão do tribunal proíbe o uso de deepfakes e obriga a propaganda a informar quando for utilizada inteligência artificial na produção de materiais de campanha.
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